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14 janeiro, 2011

Uma Bock que não é salsicha...

...é croquete!

Bock é a cãzinha viralata da Débora, minha colega de trabalho. É completamente preta, e ganhou seu nome mega criativo justamente por isso - é tão preta quanto uma cerveja bock! Mas ultimamente, a moçoila anda se parecendo com outra refeição...

Um croquetinho!


Bock e sua amiguinha, Princesa

Créditos: fotos by Cláudio Gitzler - dono, advogado e empresário da Bock.

12 janeiro, 2011

Um bombom que não se podia perder!

Dia desses, ao buscar a Neve na Pet depois do banho, Gustavo se deparou com uma daquelas situações decisivas na vida; aquelas da qual não se pode fugir. Estava ele lá quando apareceu uma senhora com uma cachorrinha de rua, filhotinha ainda, para consulta. A tal senhora tinha encontrado a cachorrinha na rua, abandonada, e levado para casa uns dias antes, depois de consultar lá na Pet. Naquele sábado, ela estava voltando com a filhotinha com o objetivo de deixar a cachorrinha lá, "porque ela chorava demais, os vizinhos estavam reclamando" e ela não poderia mais ficar com o bichinho.


Até aí tudo bem, acontece. Só que a Pet não podia ficar com a cãzinha; principalmente em final de semana. Eles ficam com muitos cachorros hospedados lá e não podem correr o risco de deixá-los expostos a alguma doença que um cachorro de rua possa, eventualmente, trazer. Diante do impasse, a senhora disse que iria, então, devolver a cachorrinha para a rua. Péssimo!

Foi aí que meu marido interviu, e eu fiquei super orgulhosa. Ele se dispôs a trazer a cachorrinha para a nossa casa, para encontrarmos alguém que quisesse ficar com ela. Foi uma grande logística cuidar de mais uma cachorrinha - além de fazer xixi e cocô em todos os lugares, a bichinha ainda estava com pulgas e vermes. E isso significava cuidados extras para que ela e a Neve não ficassem muito próximas, sabe como é...

A cachorrinha, uma vira latinha que deveria ter só um mês, se muito, era uma gracinha - pêlo marrom e olhos azuis - mas nós não tínhamos como ficar com ela. Não podemos ter dois cachorros em um apartamento, seria demais. E na tentativa de achar um lar para a cãzinha, acabamos descobrindo que o porteiro do nosso prédio estava à procura de um bichinho de estimação; e foi só olhar para a cachorrinha que brilhou o olho. Pronto! No domingo mesmo, a cãzinha já tinha um novo lar.


Foi legal ver a reação do rapaz que acabou ficando com ela. Parecia que ele estava ganhando o melhor presente do mundo, o que nos deixou muito tranquilos e certos de estar entregando a cachorrinha para alguém que realmente a queria. As notícias que temos dela, hoje, nos mostram que estavámos certos. 

A senhora que a encontrou a chamou de Fofa. Quando veio aqui para casa, minha irmã a chamou de Bombom. Mas a família que ficou com ela a batizou de Lili - um nome que combina bem com seu jeitinho meigo e delicado. Uma graça!

Amiguinha felina

Essa é a Sissy, gatinha da Kizzy e do Ricardo, meus amigos de infância. É a mais nova amiga da Neve, embora as duas ainda não se conheçam. Será que um canino e um felino, ambos fêmeas, conseguirão se entender?



03 setembro, 2010

Mais um amiguinho para Neve!

"Olá pessoal!

Cheguei para fazer companhia para meu mano Mopy e movimentar mais ainda a nossa casa. Meu nome é TEDY, sou um Yorkshire de 52 dias, filho do cãozinho da dona da Pet que o Mopy frequenta. Minha mãezinha resolveu me trazer pra casa de repente; no sábado, conseguiu convencer o papai.

Sou espoleta, espertinho, brincalhão e de personalidade. Odeio ficar sozinho - dizem que choro mais que meu maninho quando ficava sozinho, auauauau! Adooooro brincar com ele: dou mordidas nas orelhonas do Mopy, mordo as pelancas da bochecha e puxo o rabo também. Eu ainda não posso ficar sozinho com ele, pois como ele é muito fortinho, as mordidinhas dele podem quebrar um ossinho meu, eheheh! Tá, reconheço que, às vezes, me confundo e procuro teta na Mopynho (até nos lugares mais improváveis) eheheheh! Ele fica incomodado.


Já estou aprendendo a usar o Pipidoly's, mas não é fácil; a casa é grande para mim, sou muito pequenino. Bom, espero logo conhecer vocês e poder brincar bastante.

"O prato da comida é quase maior do que eu... ihihauuihih!"

Lambeijos,

TEDY."

09 novembro, 2009

Festa para a casa nova

Ainda na fase casamentos, mais uma história para contar. Andresa, amiga querida aqui do trabalho, além de minha adorada aluna de inglês, está montando sua primeira casa, para onde vai se mudar com o Márcio até o início de 2010. Ontem, ela comemorou esse grande momento com um big Chá de Casa Nova para as amigas e a família. Foi mesmo uma super festa, com muitas homenagens e inúmeras risadas. Nós nos divertimos muito, mas ninguém mais do que a Andresa, que como ela mesmo disse, "estava se achando". Quero homenagear minha amiga colocando aqui algumas fotos da festa, que merecem outras boas risadas...























































































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A visita da Tio do SOE foi ótima! Incríveis os progressos que a Neve já fez. Não posso deixar de contar tudo com detalhes; farei isso mais adiante!

30 outubro, 2009

Todas as fases da vida

Eu me lembro de inúmeras festas de 15 anos a que fui convidada na minha adolescência. Entre os 15 e os 17 anos, choviam convites para esse tipo de evento. A mais marcante - depois da minha, claro - foi a da minha amiga Kizzy, em uma casa de festas aqui em Porto.

Depois teve a fase vestibular. Por alguns anos, conferi religiosamente o listão de aprovados a cada divulgação, à procura de nomes conhecidos. Foi por muito tempo que tive boas surpresas nos listões da UFRGS, PUCRS, Unisinos, Ulbra, Fargs, São Judas...

Aí, quem entra na faculdade, um dia sai. E com isso, veio a fase das formaturas. Essa foi ótima! Às vezes, tínhamos três na mesma semana. Não consigo me lembrar de todas, mas lembro de uma cuja festa foi coletiva no jóquei clube que tinha cardápio ótimo (detalhe: não lembro quem era o formando!). Drica e Robledo se formaram juntos e os amigos tiveram de se dividir entre as recepções; o Rodrigo Campos, marido da minha amiga Giana, que se formou em Porto Alegre antes de voltar para o Rio, fez uma festa simples mas divertidíssima; lembro dos Trigêmeos em uma mesa enorme, morrendo de rir de qualquer bobagem dita.

Agora estamos entre a fase casamento / batizados, ainda pendendo para a primeira. Germana, amiga querida que pegou meu buquê quando casei, ficou noiva recentemente; Debby's, minha madrinha de casamento, que acompanhou todo o início do meu namoro com o Gustavo, casa agora em novembro. Fui ao Chá de Panelas dela no final de semana passado... Vini e Karen, que foram padrinhos do Gustavo, já moram juntos, mas o casamento sai em breve. Roberta e Piva também estão na fase de preparativos. Acabaram de comprar o apartamento juntos e como quem casa quer casa... O enlace também não deve demorar. Em Brasília, Drica e Vinícius entraram de cabeça na aventura da vida a dois esse ano.














Chá de Panelas da Debby's

Esse mês, minha irmã Carolina e meu cunhado Marcelo completam três anos de casados. Em fevereiro, somos Gustavo e eu que comemoramos esses três anos. Giana e Rodrigo fecham dois em abril; Audrei e Felipe, em setembro. Nesse mesmo mês, Kizzy e Ricardo comemoram cino anos. Em novembro, Sabrina e Corajoso, os recordistas entre os meus amigos, fecham seis anos de casados.
Mas enquanto uns casam, os já casados vão tratando de aumentar a família. Sim, claro, alguns começam com o cachorro... Mas outros deixam o ensaio de lado e partem direto para a estréia. Que coragem! Por isso, sei que daqui a pouco começará a fase dos batizados. E os primeiros serão Deize e Adriano, que estão esperando um menino a quase cinco meses. Logo, começarão também as festas infantis, primeira comunhão, 15 anos...

E o ciclo volta a girar.