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16 novembro, 2009

Piercing

Acho que a Neve deve estar me odiando. A menos de uma semana, coloquei um piercing na orelha e, pelos próximos 30 dias, tenho que ter o máximo cuidado com ele. Nada de colocar a mão suja, limpar só com sabonete antisséptico, fazer compressa de salmoura e nem pensar em deixar qualquer bichinho de estimação chegar perto. Eu não resisto e, claro, pego a Neve no colo sempre que posso, mas é cheio de regras: nada de chegar perto da orelha direita e muito menos tentar me lamber por ali (sim, porque a lingua da Neve, quando está feliz, não para dentro da boca).

Fazia tempo que falava em colocar um piercing, mas ainda não tinha me mexido para isso. Dia desses, liguei, marquei, fui lá e pronto! É rápido e quase não dói na hora (a dor é muito mais pela ansiedade do que pelo processo em si), mas demora entre quatro e seis meses para cicatrizar totalmente e, uns dois dias depois de feito o furo, a orelha incha e incomoda bastante. Por enquanto, foi só um dia de dor; no mais, só dói mesmo se bato nele sem querer ou se tento girar a argola. Sim, está formando uma casquinha ao redor do furo e todos os dias tenho que limpar, porque fica uma secreção por ali. Mas apesar de todos esses 'poréns', gostei bastante do resultado.

Quem tem vontade de fazer, mas tem medo, recomendo que procure o estúdio do Edu Tattoo e fale com a Ana Drechler. Ela foi ótima, super atenciosa e muito calma; me deixou bastante tranquila e confiante com todas as informações que me passou. O atendimento dela por e-mail também foi muito bom. O site é http://www.edutattoo.com.br/, em Porto Alegre.  

21 outubro, 2009

Atendimento ao cliente: há que se ter muita paciência...

Há quase um mês, compramos um balizador para o móvel da nossa sala, que finalmente mandamos fazer. Tivemos de mandar pintar, pois não tinha na cor que queríamos. Deixamos pago, tudo certinho, com a promessa de que, em quinze dias no máximo, recebríamos a luminária já pintada. Há dois dias, liguei para a loja, pois não havia recebido retorno deles, e a moça que me atendeu disse que iria verifica com a colega e me daria retorno. Dei meu número de celular (novamente) e esperei a tarde inteira por uma ligação que não veio. Ontem, liguei novamente e, em todas as minhas tentativas, o telefone estava ocupado. Só restou a mim e ao Gustavo sair mais cedo do trabalho e passar direto na loja.

A atendente, quando nos viu, perdeu completamente o rebolado. Já chegou se desmanchando em desculpas, explicando que havia acontecido um atraso na fábrica e que no máximo hoje estaria indo para a pintura. Ou seja: além de ter passado mais de uma semana do prazo de entrega SEM QUALQUER AVISO, o balizador ainda nem foi enviado para o pintor. E para piorar, a atendente disse que tentou me ligar, mas achava que estava com meu telefone errado. "Inventou" um final diferente para o número, daqueles erros impossíveis de serem cometidos, apenas para justificar a falta de comunicação. 

Aí eu me pergunto: será que é tão difícil dar a devida atenção a um cliente? Um telefonema não deve "doer" tanto, mesmo que seja para dizer que o prazo não poderá ser cumprido, que houve um problema, enfim. Eu, enquanto consumidora, prefiro mil vezes receber uma informação ruim do que ficar sem saber o que está acontecendo. Quando isso acontece, a irritação e decepção são duplas! Como disse a Analisa Brum, "a verdade tem sempre o mérito de ser verdade", por pior que ela seja.

A sorte da moça dessa loja em questão é que eu sou uma pessoa educada que procuro não perder a compostura (mesmo sendo taurina). Fui gentil e a tratei bem, para alívio dela, tenho certeza. Mas sei que, numa próxima, não terei a mesma paciência. E riscarei (mais um!) nome da minha lista de fornecedores.